Monitoramento em tempo real: quais são os ganhos para operadoras de saúde?

Monitoramento em tempo real: quais são os ganhos para operadoras de saúde?

As novas tecnologias estão permitindo gerar e administrar uma quantidade enorme de dados de uma maneira bastante simples e inteligente. Com isso, é possível calcular indicadores de desempenho que podem, inclusive, ser atualizados online. Esse é o monitoramento em tempo real, que vem trazendo ganhos de eficiência até então impensáveis para operadoras de saúde.Neste artigo, você poderá entender melhor em que consiste esse monitoramento e quais são os reais benefícios que ele pode trazer para a sua instituição. Continue a leitura!

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Como o monitoramento em tempo real otimiza as operadoras de saúde?

Há pouco tempo, transformar em informação gerencial números e outros dados gerados pela própria empresa, ou que eram encontrados em fontes externas, era um processo bastante custoso e demorado. Além disso, não havia confiabilidade na geração e na coleta, as bases não podiam ser integradas e era preciso dedicar tantos recursos nessa atividade que ela poderia até mesmo ser inviável.Isso mudou. Os sistemas computacionais utilizados pelas empresas de praticamente todos os segmentos hoje são integrados. Eles já são capazes de armazenar os dados de interesse à medida que eles são criados, bem como tornar relativamente simples a compreensão de informações presentes em outras mídias. Para isso, temos à nossa disposição as tecnologias de Big Data e Analytics.Com esse processamento mais dinâmico, é possível que esses sistemas estejam todos integrados e, por meio de ferramentas de BI (Business Intelligence), forneçam informações gerenciais em tempo real para os tomadores de decisão. As coisas mudam de modo cada vez mais acelerado. Por isso, quanto mais rápido for possível acessar os indicadores que dão suporte para as escolhas, melhor.Nas operadoras de saúde, esse monitoramento em tempo real permite ter mais dados a respeito de cada beneficiário. Com isso, torna-se possível compreender melhor as necessidades dos pacientes, acelerar as autorizações para os procedimentos e até reduzir custos, visto que as instituições podem estar preparadas para as mais diversas situações.A partir do acesso a todo o histórico médico de maneira simplificada, assim como aos dados gerais de outros usuários com perfil semelhante, as orientações podem ser feitas de maneira mais eficiente e em menos tempo, aumentando a satisfação e otimizando o processo. Além disso, por meio do monitoramento, pode-se buscar um atendimento mais humanizado e de acordo com as demandas existentes.

Como implantar o monitoramento em tempo real?

A forte presença de novas tecnologias já é uma realidade no segmento médico-hospitalar. As instituições desse mercado passaram a profissionalizar a gestão, buscando novas formas de realizar processos administrativos, a fim de controlar todas as suas atividades-meio, como finanças, suprimentos e recursos humanos. Com isso, sistemas passaram a ser implantados, para dar esse suporte.Existem outras soluções que podem ser integradas a esses sistemas de gestão, mais direcionadas ao cuidado médico em si. A começar pelos prontuários eletrônicos, que substituem os antigos formulários em papel e que são bem mais fáceis de monitorar.Como todas as informações dos pacientes passam a ser digitalizadas, há um ganho enorme na capacidade de análise. Essa inteligência permite que os hospitais e também as operadoras de planos de saúde tomem melhores decisões e observem tendências, antecipando as necessidades.Para tanto, é preciso investir em softwares, que são os sistemas e aplicativos integrados e que formam a rede de monitoramento; em equipamentos de hardware, que são os próprios computadores e servidores eventualmente requeridos; e também em alguns dispositivos que podem ser utilizados, como pulseiras de monitoramento da glicose e da pressão, entre outros. Praticamente todos os dias, surgem inovações em saúde, que ajudam nesse sentido.Dessa forma, pode-se constituir uma equipe de análise que acompanha os resultados de cada paciente, criando alertas caso haja alteração nos indicadores. Assim, é possível acionar os usuários para que procurem uma unidade de saúde ou até mesmo enviar profissionais ao local.Além de aumentar a taxa de sucesso das intervenções, essa prática pode também reduzir os custos, na medida em que a atuação proativa tende a demandar menos recursos do que os atendimentos reativos, que podem acontecer quando a situação já está crítica.

Quais indicadores clínicos podem ser monitorados em tempo real?

Como vimos, a construção de uma rede integrada de monitoramento de pacientes em tempo real demanda investimento. Ou seja, a capacidade da operadora de acompanhar a situação de seus usuários dependerá diretamente dos objetivos da empresa.Por exemplo, se há um grande número de idosos atendidos, pode ser que equipamentos automatizados sejam necessários, tendo em vista a dificuldade que esse público pode ter para se adaptar. Nesse caso, quanto menos interferência humana houver, melhor.Utilizando pequenos dispositivos que ficam conectados diretamente ao paciente, é possível ter acesso online a indicadores como a sua temperatura, pressão, ritmo cardíaco e taxa de glicose. Esses equipamentos estão cada vez menores e fáceis de usar, ou seja, “vestíveis”, termo que caracteriza itens que podem ser utilizados como peças do vestuário, sem grande incômodo para os usuários.Existem outras soluções que funcionam por meio de aplicativos. É possível criar alertas e estabelecer contato direto com os pacientes, solicitando que informem dados periodicamente. Dessa forma, há o acompanhamento do peso, da administração dos medicamentos e da evolução do quadro clínico em geral.Acredita-se que, futuramente, os dispositivos serão capazes de fazer análises sanguíneas mais complexas, possibilitando a identificação de um número grande de situações remotamente. Além disso, com o avanço da telemedicina, alguns tipos de procedimentos também poderão ser feitos a distância, colocando os médicos em contato com os pacientes de maneira muito rápida, reduzindo os deslocamentos e aumentando as chances de que as orientações sejam bem-sucedidas.Quando o monitoramento em tempo real é implementado pelas operadoras de saúde e demais instituições do setor, os benefícios são diversos. Especialmente para os pacientes, que ficam mais seguros e protegidos, já que passam a ser acompanhados por profissionais capacitados diretamente, sem a necessidade de terem que estar presentes em uma unidade física.Achou este artigo interessante? Que tal compartilhar em suas redes sociais para que seus contatos também possam conhecer mais sobre o tema?

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