INFORMAÇÃO NÃO TEM VALOR – é a primeira coisa que precisamos aprender na nova economia (I)

INFORMAÇÃO NÃO TEM VALOR – é a primeira coisa que precisamos aprender na nova economia (I)

Antes de decidir por empreender a hCentrix, junto com outros sócios, discutíamos oportunidades parareinvestir no setor de saúde. Logo nos questionamos sobre o que as empresasestão fazendo para transformar em resultados as informações abundantes queestão reunindo. Então, um de nós veio com uma afirmação que a princípio chocoua todos: “INFORMAÇÃO NÃO TEMVALOR!” 

“Estou cansado de ver BI’s, sistemas inteligentes, relatórios sofisticados que, no final do dia, não se integram na gestão! Ok. Estamos no século 21, no meio de expressões como Big Data, Data Science, Machine Learning, Inteligência Artificial etc. – mas a maioria das pessoas não consegue perceber que o que importa não é a informação e, sim, a nossa REAÇÃO frente à informação – nada mais.”

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Após um silêncio e uma breve análise, todos concordaram: informação,como hoje é utilizada nas empresas, não tem valor.

À vista disso, começamos uma discussão ampla sobre o que realmenteimporta para a gestão das empresas e, mais especificamente, de um Plano deSaúde. Ou seja, o que realmente faz diferença em suas decisões rotineiras (comoaprovar ou não uma guia, por exemplo), o que realmente otimiza os resultadosdas operações do dia a dia? Chegamos à conclusão que as empresas, de formageral, carecem de mecanismos que aumentem os resultados da organização,proporcionando benefícios que transcendem as paredes da empresa e impactam nasatisfação do cliente.

Poucos são os profissionais que ponderam sobre o impacto de grandestendências, consideram seus efeitos ou tomam atitudes sobre eles no momento emque ocorrem. Em 2017, decidimos fundar a hCentrix acreditando que aprincipal maneira de impactarmos a Gestão de Saúde Populacional é fornecendointeligência em tempo real, sugerindo uma alternativa mais dinâmica ao modelode gestão predominante.  

Comoera: Por muitos anos, as relações das empresas como mercado não eram registradas em tempo real, mas sim apontadas (por exemplo,em uma bobina de uma caixa registradora, em um caderno de notaçõesetc.). A partir de seu apontamento, eram registradas sempre que possívelem um sistema computacional que então validava e consolidava os dados(processamento noturno em batch) e no dia seguinte, analistas extraiamrelatórios (Excel) e analisavam para criar informação e, por fim, os executivostomavam suas decisões. Embora a tecnologia tenha evoluído para sistemasintegrados (ERPs) e com informações disponíveis em fração de segundo, aindatemos um modelo organizacional preso no modelo antigo. 

Comoenxergamos o futuro da saúde: Atendência é a de toda essa estrutura ser substituída por um sistema deinteligência artificial e machine learning que aprendeu a decidir com mais eficiência. Transformar os terabytes deinformações “sem valor” em dados disponíveis para gestores de saúde lidarem comos eventos que estão ocorrendo agora na organização, na análise da guia que está sendo solicitada agora, para trazer resultado AGORA! Essa é a forma mais barata e eficiente de administrarmos asmilhões de contas médicas, utilização de medicamentos, guias, CID (a despeitoda qualidade do dado), o perfil do comportamento da rede etc.

Na segunda parte deste artigo procurareidemonstrar três aspectos chaves para gerar valor à informação.

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